segunda-feira, 30 de março de 2015

SCI Sistemas Contábeis: Sistemas Inteligentes para um público de contadores exigentes, antecipe o futuro vem para a SCI





A SCI Sistemas Contábeis é uma empresa especializada na criação de soluções para contadores, sempre com o pensamento visionário buscamos antecipar às necessidades de nossos clientes às luz das declarações acessórias criadas pelo fisco (Federal, Estadual e Municipal), conta com suporte qualificado no Estado do Espírito Santo com analistas especialistas nas áreas contábil, fiscal e departamento pessoal, acreditamos que o suporte local trás benefícios para ambas as partes, pois, a proximidade nos faz conhecedores da realidade dos usuários de nossos sistemas e com isso podemos manter um padrão de qualidade em nosso atendimento.

     Mercado Contábil

A SCI acredita que as empresas não utilizarão sistemas de gestão empresarial genérico nos próximos anos, pois elas estão necessitando cada vez mais de produtos específicos para as suas necessidades. Com as novas tecnologias que o Governo brasileiro está adotando, as empresas de médio e grande porte terão a necessidade de ter um sistema contábil de verdade, forte, completo, especialista e integrado, pois caso contrário deixarão de existir ou terão muitas dificuldades na continuidade.


                              Recursos Gerais do Sistema


                                          simples, Completo e Integrado                

relatórios

Os sistemas SCI possuem todos os relatórios oficiais de cada área de uma empresa contábil e podem ser emitidos de qualquer período; já vêm em diversos formatos e é possível a criação de formatos diferentes através de geradores de relatórios.
Os sistemas SCI geram relatório em impressora lazer, jato de tinta, matricial, vídeo, internet, pdf, word, excel, html e em txt.

integrações

Os sistemas SCI são totalmente integrados entre si; cadastros, bancos, lançamentos, provisões, pagamentos e impostos. Além disso, os sistemas SCI podem receber e enviar dados para qualquer outro sistema graças ao gerador de integrações que possuem.

recursos gerais dos sistemas

  • Os sistemas são inteligentes e sensitivos, saiba porque em algumas vantagens abaixo:
  • Multiempresa aproveitando ao máximo os recursos do sistema para empresas contábeis;
  • Os sistemas SCI são verdadeiramente multiusuários, sendo que é possível lançar em vários terminais ao mesmo tempo na mesma empresa e no mesmo período;
  • Multitarefas, permitem acessar qualquer tela a qualquer momento e em cada tela você tem a opção de trocar de empresa, o que torna o sistema extremamente flexível, permitindo assim inclusões, alterações, consultas e exclusões de qualquer dado de qualquer parte do sistema a qualquer hora;
  • Os sistemas SCI trabalha com históricos de informações podendo fazer cálculos retroativos sem a necessidade de voltar backup;
  • Consultas instantâneas, independente do volume de dados, através de teclas de atalho você tem acesso a todas as consultas do sistema a qualquer hora. Nas telas de consultas o usuário pode usar consulta soletrada (por qualquer campo), fazer filtros (por qualquer campo, podendo filtros compostos por vários campos), incluir, alterar e excluir dados dentro da consulta, modificar a ordenação dos dados.
  • Os sistemas da SCI permitem copiar/recortar/colar ou arrastar dados de uma tela de consulta para outra;
  • Os sistemas da SCI tem as telas bem elaboradas, sensitivas e de fácil entendimento;
  • Opção de inclusão da logomarca do seu escritório e de seus clientes nos relatórios;
  • Alterações, consultas e exclusões sequenciais ou em grupo;
  • Diversos recursos no momento dos lançamentos para puxar dados automaticamente;
  • Manual on-line e em vídeo para cada tela do sistema;
  • Parametrizações e configurações diversas permitindo personalizar o sistema para cada usuário;
  • Acesso aos dados de diversas formas, não apenas por código;
  • Agenda multiusuário, calendário e calculadora móvel com fita e exportação do resultado;
  • Controle de segurança onde o responsável geral pelo sistema determina as opções de cada usuário, desde ações como incluir, alterar e eliminar informações até determinar clientes;
  • Interpretador de fórmulas e filtros e Gerador de lançamentos, fórmulas e filtros;
  • Acompanhamento e alertas diversos para diminuir erros;
  • Os sistemas aproveitam ao máximo a memória do seu hardware, tornando-o extremamente rápido;
  • Possui todos os relatórios oficiais prontos em diversos modelos;
  • Gerador de gráficos que permite comparar valores e evolução de contas diversas, de origens diferentes;
  • Qualquer relatório gerencial e consulta poderá ser analisado em outra moeda;
  • Os sistemas acusam dado digitado incorretamente afim de evitar erros futuros;
  • Integração total com sistemas do governo;
  • Opções para reaproveitamento de dados repetitivos;
  • Possui toda sequência de treinamento e uso documentada nos próprios sistemas.
  • Executável único no servidor, nos terminais somente atalho, tornando as atualizações mais rápidas e seguras;
  • Opção de cadastro único de empresas ou separado por sistema;
  • Integração com a WEB e compatível com terminal service;
  • Backup por empresa e geral; e
  • O sistema contábil é a ferramenta principal de sua empresa, é coisa séria! Portanto a sua empresa merece o melhor, que une produtos de qualidade e profissionais qualificados.




Soluções Web

As tecnologias web SCI são aplicações exclusivas para as empresas de contabilidade e administradoras de condomínios que desejam ser um diferencial no mercado contábil e desta forma sendo altamente competitivas nos serviços oferecidos aos seus clientes.
Devido ao grande número de obrigações e impostos as soluções web são fundamentais para a viabilização de todos departamentos das empresas de serviços contábeis e condomínios.
A SCI é pioneira em tecnologias web para empresas contábeis, oferecendo desde 2005 o Sucessor NET e o SCI Report, e logo após lançando o Pontual NET, Suprema NET e Practice NET, ferramentas que fidelizam os seus clientes com aplicativos modernos, rápidos, econômicos e fáceis de lidar.
As soluções web da SCI padronizam as entradas e saídas de informações de sua empresa, além da economia de tempo, RH e materiais. Os sistemas permitem que o cliente faça solicitações via web e também receba documentos tudo via web, com um simples "click" o seu cliente tem a informação na mão, não tem comparação!
Atualmente a SCI disponibiliza 6 sistemas WEB:
SCI REPORT - CRM, gerenciamento e publicação de relatórios e impostos, geração de impostos em atraso, distorção de impostos, pagamento de impostos, controle de senhas, atendimento ao cliente, central de notificações e protocolo digital. O SCI é o "motoboy" digital.
SCI REPORT CND - controla as CNDs - certidão negativa de débito - automaticamente não necessitando o uso de planilhas eletrônicas.
SCI REPORT Tarefas - controla todas as tarefas de uma empresa contábil como: impostos, obrigações e serviços ocasionais.
SCI REPORT Mobile - o SCI Report Mobile é uma ferramenta de consultas e estatísticas criada para diretores e gerentes de empresas de contabilidade para ser usada em aparelhos móveis/smartphones. Possui 8 funções integradas.
INTEGRA NET - Valida, armazena, gerencia e integra documentos fiscais e contábeis digitais.
Integra documentos fiscais digitais como nf-es/nfc-e de entradas, nf-es/nfc-e de saídas, ct-es, sped fiscal, sintegra, CAT-52, pagamentos, recebimentos e parcelamentos.
Importa extrato bancário e lançamentos contábeis.
RH NET - Integração dos dados de folha de pagamento da empresa cliente com a empresa de contabilidade padronizando e organizando as informações de recursos humanos. Com a implementação do e-social o RH NET passou a ser fundamental para viabilização dos serviços contábeis.

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Deivson Barbosa Fernandes
Diretor de Tecnologia e Marketing 

sexta-feira, 27 de março de 2015

Simples Nacional: Senado aprovada redução do ICMS para micro e pequenas empresas



O plenário do Senado aprovou projeto que, na prática, pode reduzir o ICMS para as micro e pequenas empresas na compra de produtos

O projeto estabelece que produtos ou mercadorias sujeitos à substituição tributária adquiridos por essas empresas terão uma alíquota de 3,95%.

O plenário do Senado aprovou projeto que, na prática, pode reduzir o ICMS para as micro e pequenas empresas na compra de produtos. A proposta segue para discussão e votação na Câmara. A matéria trata de mudanças no ICMS especificamente para as microempresas e empresas de pequeno porte enquadradas no Simples Nacional.

O texto estabelece que produtos ou mercadorias sujeitos à substituição tributária adquiridos por essas empresas terão incidência de ICMS à alíquota de 3,95%.

Foi acrescentado também no projeto um artigo que altera a Lei Kandir para acrescentar hipótese de restituição de ICMS, de forma a assegurar ao contribuinte, substituindo o direito à restituição automática de valor pago a maior nos casos em que a venda tenha sido realizada por preço inferior ao estimado pela administração.

De acordo com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), relatora do projeto, a necessidade da nova regra se deve aos “efeitos danosos da substituição tributária do ICMS” que tem ênfase para os incidentes sobre as micro e pequenas empresas. “Acabariam por anular os benefícios do Simples Nacional, em desacordo com o tratamento diferenciado previsto na Constituição”, diz a senadora em trecho do parecer.

“Como o pequeno empresário não pode compensar, ele fica com o custo muito mais alto que as grandes empresas. As pequenas empresas estão quebrando e desempregando no momento em que isso é crucial para a população”, afirmou o senador Roberto Requião (PMDB-PR), autor da proposta.

Fonte: Agência Estado.


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quarta-feira, 25 de março de 2015

Conheça o GTFAZ, Grupo de Cooperação Para Assuntos Tributários e Correlatos Do Espírito Santo (SEFAZ-ES)



Desde segunda-feira (23/03/2015), a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), por meio da Subsecretaria da Receita, vai disponibilizar uma nova ferramenta aos contribuintes, que irá auxiliar as empresas na detecção de pendências junto à Receita Estadual.

A novidade foi anunciada durante reunião no último dia 17 com o Grupo de Trabalho da Secretaria de Estado da Fazenda (GTFAZ). A ferramenta tem caráter cooperativo, onde a Sefaz vai oportunizar ao contribuinte a correção de inconsistências de forma espontânea, sem que o fisco necessite promover uma ação fiscal por meio da aplicação de penalidades. “Com esta ferramenta, a nova administração fazendária fixa diretriz que promove a cooperação entre fisco e contribuinte, melhorando o ambiente de negócios e priorizando o modelo de gestão compartilhada, em detrimento ao modelo repressivo”, destacou o subsecretário da Receita, Bruno Negris.

A ferramenta estará disponível a todos os contribuintes, seus contadores ou representantes, via internet, por meio da Agência Virtual, possibilitando o acesso para a verificação da situação de cada contribuinte e se há alguma ocorrência de irregularidade por espécie.

GTFAZ 

O Grupo de Trabalho da Secretaria de Estado da Fazenda (GTFAZ) foi instituído por meio da Portaria n° 060-S, de 06 de julho de 2009. É composto por: Federação do Comércio do ES (Fecomércio), Federação das Indústrias do ES (Findes), Conselho Regional de Contabilidade do ES (CRC-ES), Federação da Empresas de Transporte do ES (Fetransportes), Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis do ES (Sescon), Federação das Micro e Pequenas Empresas ES (Femicro) e Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do ES (Sindiex).

O principal objetivo do grupo é discutir, aprimorar e aperfeiçoar a aplicação da legislação tributária do Estado e sugerir alterações, visando à melhoria do atendimento ao cidadão e ao contribuinte.

Desde a sua instituição, o GTFAZ tem contribuído para a melhoria da relação entre fisco e contribuinte.


Conheça clique nos links abaixo e saiba um pouco mais do GTFAZ:




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Deivson Barbosa Fernandes
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terça-feira, 24 de março de 2015

Boleto de arrecadação do Simples Nacional (DAS) poderá ser emitido nos Totens do Sebrae




COMBATE À BUROCRACIA

Para emitir o documento, basta o microempresário informar o CNPJ de sua firma, com o mês em que pretende pagar o DAS


O Comitê Gestor do Simples Nacional aprovou uma resolução que autoriza a emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) para o microempreendedor individual (MEI) nos terminais de autoatendimento (totens) do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), conforme publicações feitas nesta segunda-feira (16).

Para emitir o documento, antes ou depois do vencimento, basta o microempresário informar o CNPJ, com o mês em que pretende pagar o DAS.

A novidade se soma a outras formas já permitidas, como a emissão do DAS pela internet no Portal do Simples Nacional ou carnê impresso encaminhado pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República, via Correios.

A ferramenta vem se somar às outras modalidades de emissão do DAS, que são:

a) emissão pela internet no Portal do Simples Nacional, endereço eletrônico www.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional;

b) carnê impresso encaminhado por meio dos Correios pela Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República. E agora;

c) emissão nos totens do Sebrae.



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quarta-feira, 18 de março de 2015

Câmara aprova regulamentação de trabalho doméstico




A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira a proposta que regulamenta a Emenda constitucional que consolidou os direitos dos empregados domésticos. Mas deixou de fora o artigo que normatizava como ocorreria a fiscalização dos auditores do Ministério dos Trabalhadores. Com isso, a proposta teve sua votação concluída na Casa e segue agora para o Senado Federal.

Uma emenda votada nesta noite suprimiu a possibilidade de auditores fiscalizarem as normas que regem os trabalhadores domésticos na residência dos empregadores. O projeto foi relatado na Câmara pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ). Ela havia incluído um artigo – rechaçado pelo plenário – que permitia o ingresso dos fiscais nas casas dos empregadores.

Quando o ingresso não fosse permitido, poderia ocorrer a fiscalização indireta, na qual os patrões deveriam apresentar documentos solicitados em unidade do Ministério do Trabalho. Mas, com a revogação do dispositivo, não há menção no texto sobre a fiscalização do cumprimento das regras trabalhistas.
Mais cedo, a Câmara havia aprovado outra emenda, esta que muda as regras do seguro-desemprego para as domésticas e dá a elas o mesmo benefício garantido a outras categorias.

O governo defendia que o seguro-desemprego para empregados demitidos sem justa causa – tornado obrigatório pela regulamentação – fosse limitado a um salário-mínimo, por um período máximo de três meses.
A bancada do PSOL, no entanto, apresentou uma emenda propondo a supressão dessas limitações. Os deputados apoiaram essa exclusão e as domésticas receberão – caso a redação seja chancelada pelo Senado – da mesma forma que os demais trabalhadores: um cálculo feito de acordo com a remuneração do empregado, o que beneficia quem ganha mais de um salário mínimo.

O prazo do recebimento, por sua vez, varia em geral de três a cinco meses, mas pode ser prorrogado pelo Conselho Deliberativo de Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).

Houve ainda uma tentativa de reduzir para 8% o recolhimento dos empregadores ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Mas essa emenda foi rejeitada e ficou mantida a redação de Benedita, com a alíquota de 12%.

Base:

O texto-base da regulamentação do trabalho doméstico foi aprovado na semana passada na Câmara. A chamada PEC das Domésticas garantiu vários direitos para a categoria, mas alguns benefícios ainda dependem da normatização para entrar em vigor.

A regulamentação é aguardada desde 2013 e uma série de temas que dependem da aprovação da lei, como o seguro-desemprego e o recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Pelo texto votado , os empregadores que dispensarem seus funcionários sem justa causa deverão arcar com a multa de 40% sobre o saldo do FGTS. Sobre a jornada de trabalho, a regulamentação votada na Câmara permite que sejam cumpridas um máximo de duas horas extras, que terão acréscimo de 50%. Haverá a possibilidade de banco de horas mas, caso não haja compensação em três meses, o tempo de serviço adicional deverá ser pago.

Fonte: Diário do Comércio e Indústria (2015, APUD, TV Classe Contábil, 2015).


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quinta-feira, 12 de março de 2015

Seguro-Desemprego Via Web Será Obrigatório a partir de abril



MTE vai exigir, a partir do dia 1º de abril, o uso da ferramenta Empregador Web no requerimento de seguro-desemprego e comunicação de dispensa do trabalhador

Brasília, 11/03/2015 - A partir de abril todos os empregadores, ao informar o Ministério do Trabalho e Emprego da dispensa do trabalhador para fins de recebimento do benefício Seguro-Desemprego, terão de fazê-lo via sistema. A medida é uma determinação do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) e torna obrigatório, a partir de 31 março de 2015, o uso da ferramenta Empregador Web no requerimento de seguro-desemprego e comunicação de dispensa do trabalhador.

O uso do aplicativo Empregador Web já ocorre via Portal Mais Emprego do MTE para preenchimento de requerimento de Seguro-Desemprego (RSD) e de Comunicação de Dispensa (CD) on line, porém ainda não é obrigatório. O uso do Empregador Web permite o preenchimento do Requerimento de Seguro-Desemprego e Comunicação de Dispensa, de forma individual ou coletiva, mediante arquivo de dados enviados ao Ministério. Os atuais formulários Requerimento de Seguro-Desemprego/Comunicação de Dispensa (guias verde e marrom) impressos em gráficas serão aceitos na rede de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego somente até o dia 31 de março, quando o envio via Empregador Web passa a ser obrigatório.

Empregador Web - O Sistema SD - Empregador Web foi criado pelo Ministério do Trabalho e Emprego – MTE com a finalidade de viabilizar o envio dos requerimentos de Seguro-Desemprego pelos empregadores via internet, agilizando assim o atendimento aos trabalhadores requerentes do benefício, pois permite a transmissão de informações de trabalhadores e empregadores de forma ágil e segura. 

A utilização do Sistema possibilita as empresas mais objetividade, segurança e agilidade no processo, como, por exemplo, o envio de informações em lote, utilizando arquivo gerado pelo sistema de folha de pagamento; a eliminação dos requerimentos adquiridos em papelarias, visto que o mesmo pode ser impresso em papel comum; agilidade no processo de prestação de informações; redução de gastos com aquisição de formulários pré-impressos; garantia na autenticidade da informação prestada; além de possibilitar a designação de um representante procurador, que represente o empregador nas ações relativas ao cadastro de requerimento do Seguro-Desemprego.

E-Social - O Empregador Web faz parte do projeto E-Social, uma iniciativa do Governo Federal que pretende unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados, desburocratizando procedimentos, visto que uma única informação atenderá a diversos órgãos do governo, dando transparência as diferentes obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias. Além disso, permitirá o cruzamento das informações dos trabalhadores com outras bases de dados governamentais, assegurando maior segurança em casos de notificações pelo não cumprimento de requisitos legais para recebimento do benefício.


Fonte: http://portal.mte.gov.br/ 

Neste sentido os sistemas de informações contábeis terão que se adaptarem a essa nova realidade em relação a emissão do relatório do requerimento de seguro-desemprego e comunicação de dispensa do trabalhador, hoje a maioria dos sistemas apenas geram esse relatório por meio de um formulário pré-impresso adquirido em papelarias com as dimensões semelhantes a um folha padrão A4. Um dos sistemas que já estão adaptados essa realidade desde 2012 é o SCI Sistemas Contábeis que conta com sistema de folha de pagamento, que na medida do possível, busca antecipar-se com às exigências e trazer comodidade aos seus clientes (Deivson Barbosa Fernandes).


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Deivson Barbosa Fernandes
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Novo padrão contábil para fins tributários passa a valer em 2015, confira:





Especialista aponta principais impactos e implicações jurídicas das mudanças:

A legislação é compulsória a partir deste ano. Adotada de forma facultativa por algumas poucas empresas brasileiras, desde o ano passado, a nova norma tributária implementada pela Lei 12.973/2014 – disciplinada pela Receita Federal por intermédio da Instrução Normativa (IN) 1515/2014 – traz, entre outras coisas, a extinção da neutralidade tributária do novo padrão contábil, a chamada RTT. A partir daí, a primeira dificuldade que os contribuintes têm que enfrentar é que todos os ajustes que foram feitos para fim de apuração dos tributos de 2008 até agora precisam ter controles para que se evite que, na adoção inicial da nova regra, eles sejam considerados tributados. Para sanar esta e outras dúvidas de profissionais do setor, desde ontem a PwC Brasil promove, até o final do mês, uma série de seminários em localidades da região Sul do País, apresentando os impactos e reflexões a respeito da legislação. O primeiro encontro ocorreu na manhã de ontem, no Amcham Business Center, em Porto Alegre, e contou com a presença do sócio da PwC Fernando Giacobbo, especialista na área tributária. À tarde, o grupo foi a Florianópolis. As palestras ainda percorrerão as cidades de Joinville (hoje), Curitiba (amanhã) e Passo Fundo (dia 31).

Jornal do Comércio – Quais os principais efeitos da nova norma aplicada pela Lei 12.973?

Fernando Giacobbo – São vários, mas o que chama mais atenção é a questão da necessidade dos controles das subcontas. Com a nova norma, em princípio será preciso tributar a diferença do valor de aquisição, ou o custo original, de um equipamento, por exemplo, com o da avaliação ao valor justo (a receita gerada a partir do uso). E também no caso da depreciação deste bem: tem que constar o que é a depreciação do custo real e o que é a depreciação da avaliação ao valor justo. Se não houver uma subconta que permita fazer o controle da realização desta diferença, será necessário tributar o valor justo na adoção inicial da nova sistemática. Também é importante que se tenha em mente que, para fins tributários, vale o novo padrão contábil, trazido pela Lei 11.638/2008, que se aproxima do padrão internacional (IFRS). Ou seja, a partir de agora, o regime de neutralização das novas regras contábeis para fins de apuração dos tributos (RTT) está extinto.

Jornal do Comércio – É possível afirmar que a nova lei passa a exigir um maior controle das pessoas jurídicas?

Giacobbo – Não a nova lei, mas o conjunto das obrigações acessórias no âmbito do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que é um conjunto de informações que o fisco vem introduzindo paulatinamente ao longo dos anos. Em setembro de 2015, teremos a entrega da Escrituração Contábil Fiscal (ECF) do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. Isso tudo substitui a antiga declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, chamada de DIPJ.

A ECF é um conjunto de informações muito mais amplo, e, neste novo caso, é preciso apresentar estes controles das subcontas que esta legislação está solicitando. É o caminho pelo qual o fisco vai conseguir administrar tudo que, pela nova norma, desde que controlado adequadamente, não é tributável no momento que uma empresa apropria uma receita, e não é dedutível no momento em que ela realiza a mais valia atribuída a bens e direitos. A implementação dos controles exigidos pela Lei – ou a não adoção destes controles – pode levar a enfrentar questões relacionadas à utilização do prejuízo fiscal no ano da adoção inicial da nova legislação.

Jornal do Comércio – O que muda no conceito de receita bruta?

Giacobbo – Passa a ser mais abrangente. Houve uma tentativa, no passado, de ampliação da base de cálculo do Pis e da Cofins, e esta norma foi considerada inconstitucional. Agora, com a nova norma, o governo (usando o fisco como instrumento na fiscalização) está buscando resgatar o conceito anterior por uma nova via.

Fonte: Jornal do Comércio RS (2015, Apud, Tv Classe Contábil, 2015).


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